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O mercado de crédito de carbono no Brasil vive um momento de estruturação histórica com a aprovação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) no fim de 2024, que criou o mercado regulado.

Publicada em 14/02/26 às 08:57h - 37 visualizações

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 (Foto: Rádio Rir Brasil - Itapuranga-Goias : Direção: Ronaldo Castro - 62 9 9 6 0 8-5 6 9 5 )
O mercado de crédito de carbono no Brasil vive um momento de estruturação histórica com a aprovação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) no fim de 2024, que criou o mercado regulado. O país transita do voluntário, que teve grande alta, para um sistema oficial de metas de emissões para grandes poluidores, visando neutralidade até 2050.
Panorama do Crédito de Carbono em 2026:
  • Mercado Regulado (SBCE): A Lei 15.042/2024 (Mercado Brasileiro de Redução de Emissões - MBRE) foi o marco inicial, criando um teto de emissões para grandes emissores (> 25 mil toneladas de 
    /ano).
  • Fase de Implementação: Embora a lei tenha sido sancionada no final de 2024, a definição exata de quais setores serão regulados e a operação completa do sistema é um processo contínuo que deve se consolidar nos próximos anos.
  • Mercado Voluntário: Segue forte, com o Brasil tendo potencial para suprir grande parte da demanda global, especialmente em projetos de conservação florestal e agricultura.
  • Preços e Projetos: Os valores variam muito, com projetos de remoção (como reflorestamento) sendo mais caros que os de redução. Projetos na Amazônia têm atraído grandes investimentos, inclusive da Petrobras.
  • Projeção: O Brasil se posiciona como um dos maiores fornecedores globais, com alta demanda vinda de empresas focadas na descarbonização para metas da COP30.
O cenário é de otimismo técnico, com o desenvolvimento de novas plataformas (como as da USP) para aumentar a precisão na contabilização e valorizar o crédito nacional.



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