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Marcha “Levante Mulheres Vivas” ocupa Praça Universitária às 15h deste domingo (07/12)

Publicada em 08/12/25 às 08:17h - 41 visualizações

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Marcha “Levante Mulheres Vivas” ocupa Praça Universitária às 15h deste domingo (07/12)
 (Foto: Rádio Rir Brasil - Itapuranga-Goias : Direção: Ronaldo Castro - 62 9 9 6 0 8-5 6 9 5 )

Goiânia se junta ao movimento nacional Levante Mulheres Vivas neste domingo (07/12), às 15h, na Praça Universitária. O ato reúne coletivos feministas, organizações sociais e ativistas que exigem respostas do Estado diante do avanço brutal da violência contra mulheres. Após a concentração, as manifestantes seguem em caminhada até a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), onde será realizada uma performance em homenagem às vítimas e em denúncia ao feminicídio.

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O Brasil registrou 1.463 feminicídios em 2024 — uma mulher assassinada a cada seis horas, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em Goiás, foram 91 casos só no último ano, o que coloca o estado entre os mais letais para mulheres.

A cada hora, 13 mulheres são vítimas de violência física no país. A violência doméstica também se alastra: três em cada dez brasileiras com mais de 16 anos já sofreram agressões de homens, segundo o DataSenado (2025).

Três cidades goianas aparecem entre as 20 com maior número de estupros no Brasil. O estado também ocupa o 6º lugar no ranking nacional de violência doméstica.

As lideranças do ato cobram políticas públicas eficazes, ampliação de casas-abrigo, centros de acolhimento, fortalecimento das leis já existentes e campanhas permanentes de educação de gênero. Especialista afirmam que é inaceitável que o feminicídio seja tratado como tragédia isolada: é uma violência estrutural e política.

O movimento Mulheres Vivas se ergue como resposta à falta de estrutura, proteção e justiça no Brasil. Reivindica orçamento real, segurança imediata e um sistema que funcione para todas. A aprovação da Lei 14.994, que aumenta a pena máxima do feminicídio para 40 anos, é uma conquista recente, mas ainda distante da realidade de muitas vítimas. O levante deste domingo não é um protesto isolado — é um chamado coletivo para interromper a escalada do ódio.

Fotos: Redes sociais

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