
Outros trechos também se destacam pelo alto número de ocorrências:
Em um todo, o Brasil registrou 72.476 acidentes entre janeiro e dezembro de 2025, de acordo com o levantamento. No mesmo período, 6.040 pessoas morreram.
As colisões representam quase dois terços dos acidentes: foram 44.755 registros, correspondendo a 61,8% do total. Elas também lideram em número de mortes (3.866).
Em seguida aparecem as saídas de pista (10.203 acidentes) e os capotamentos ou tombamentos (7.707). Já os atropelamentos, embora menos frequentes (4.189), têm alto índice de mortes: foram 992.
O guia mostra que a ausência de reação do condutor é a causa mais recorrente de acidentes, com 11.456 registros (15,8%). Já o tráfego na contramão é a principal causa de mortes, responsável por 958 óbitos (15,9%).
Entre os comportamentos de risco apontados estão ultrapassagens indevidas, desatenção, reação tardia diante de obstáculos e ingestão de álcool.
Além do comportamento dos motoristas, as condições das rodovias também preocupam. Segundo a pesquisa, 62,1% da extensão avaliada apresenta algum tipo de problema.
Mais da metade das rodovias tem falhas no pavimento (56,5%), quase metade apresenta problemas de sinalização (49,6%) e 62,2% têm deficiência na forma da via, como curvas perigosas e traçados inadequados.
O levantamento identificou ainda 2.146 pontos críticos ao longo das rodovias federais.